sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Afinal...Conclusão



Quando se fala em Copa do Mundo no Brasil temos muito sobre o que pensar. A primeira coisa sobre a qual refletimos é a enorme quantia que irá ser gasta nas reformas das cidades e estádios, etc. Quando pensamos nessa enorme quantia, lembramos que boa parte da população vive em condições de vida precárias, que o país precisa de reformas em saúde, educação, segurança. Além disso, quando pensamos em enormes quantias, sempre vem o assunto corrupção. Isso é uma realidade: o Brasil é um país corrupto. Se isso vai acontecer na Copa? Muito provável.
Entretanto, tem outro lado da história. A Copa de 2014 poderá proporcionar diversos benefícios para o país como: vimos que a Copa do Mundo já ocorreu em vários países e o país sede sofreu algumas mudanças em sua aparência, com investimentos em reformas e em novas construções, geramento de muitos empregos, uma melhora considerável no transporte público e segurança. A Copa pode trazer muitos lucros para o país. Os turistas precisam se alojar em algum lugar, ou seja, é um lucro a mais para hotéis, pousadas. Eles também precisam se alimentar o que é lucro para restaurantes, bares. A Copa vai movimentar, se não todos, boa parte dos setores da economia.
Mas a Copa do Mundo também pode ser algo bom em outros pontos. Por exemplo, através da Copa podemos testar, introduzir algumas tecnologias novas, como o HawkEye e o GoalRef. Isso pode ajudar a incluir essas novidades em outros campeonatos e melhorar a arbitragem, ajudar a evitar erros.
Apesar de tudo isso, de seus prós e contras, a Copa ainda é um maravilhoso evento, é uma verdadeira festa e devemos aproveitá-la. Até onde se sabe, é impossível prever o futuro, então, até o tão esperado dia não saberemos como será. O que podemos fazer é torcer para tudo ocorrer como planejado e que o Brasil saia vitorioso sendo o primeiro país a ser hexa campeão mundial.

Copa e Geografia

Geoconimia

O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta quarta-feira  pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), classifica o Brasil na 84ª posição entre 187 países avaliados pelo índice. O IDH do Brasil em 2011 é de 0,718 na escala que vai de 0 a 1. O índice é usado como referência da qualidade de vida e desenvolvimento sem se prender apenas em índices econômicos. O país com mais alto IDH em 2011 é a Noruega, que alcançou a marca de 0,943. Os cinco primeiros colocados do ranking são, pela ordem, Noruega, Austrália, Holanda, Estados Unidos e Nova Zelândia. Segundo o Pnud, o pior IDH entre os países avaliados é o da República Democrática do Congo, com índice 0,286. Os cinco últimos são Chade, Moçambique, Burundi, Níger e República Democrática do Congo. A metodologia usada pelo Pnud para definir o IDH passou por mudanças desde o relatório divulgado em novembro de 2010. O índice que se baseia em dados como a expectativa de vida, a escolaridade, a expectativa de escolaridade e a renda média mudou a fonte de alguns dos dados usados na comparação. A expectativa é ter os mais recentes dados comparáveis entre os diferentes países. No ano passado, o Brasil aparecia classificado como o 73º melhor IDH de 169 países, mas, segundo o Pnud, o país estaria em 85º em 2010, se fosse usada a nova metodologia. Desta forma, pode-se dizer que em 2011 o país ganhou uma posição no índice em relação ao ano anterior, ficando em 84º lugar.

O Pnud não soube indicar o que motivou a mudança de classificação do Brasil. Mas, analisando os indicadores avaliados – expectativa de vida, anos médios de escolaridade, anos esperados de escolaridade e renda nacional bruta per capita – dois tiveram mudanças: expectativa de vida e renda nacional bruta. O Brasil aparece entre os países considerados de "Desenvolvimento Humano Elevado", a segunda melhor categoria do ranking, que tem 47 países com "Desenvolvimento Humano Muito Elevado" (acima de IDH 0,793), além de 47 de "Desenvolvimento Humano Médio" (entre 0,522 e 0,698) e 46 de "Desenvolvimento Humano Baixo" (abaixo de 0,510). De acordo com os dados usados no relatório, o rendimento anual dos brasileiros é de US$ 10.162, e a expectativa de vida, de 73,5 anos. A escolaridade é de 7,2 anos de estudo, e a expectativa de vida escolar é de 13,8 anos. O cálculo de IDH alterou neste ano a fonte de informação sobre renda dos países. O dado agora passou a ser alinhado ao Relatório do Banco Mundial. O problema é que o dado dessa fonte é mais antigo (de 2005) do que o usado no relatório IDH de 2010 (que era de 2008). Os números foram ajustados e a comparação possível é que passamos de uma renda nacional bruta per capita de US$ 9.812 , em 2010, para US$ 10.162  em 2011. No material divulgado pelo Pnud é possível comparar as tendências do IDH de todos os países por índice e por valor total desde 1980. O destaque no caso brasileiro é para a renda, que aumentou 40% no período. No mesmo tempo, a expectativa de vida aumentou em 11 anos; a média de anos de escolaridade aumentou em 4,6 anos, mas o tempo esperado de escolaridade diminuiu.

Esporte

Pesquisa realizada na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP com atletas de alto rendimento no Brasil mostra que os esportistas afirmam não ser devidamente assistidos em diversos fatores importantes para o alcance de bons resultados no esporte, entre eles o apoio financeiro e a estrutura para treinamentos. O estudo ouviu 449 atletas, 83 técnicos e 10 dirigentes e os resultados serão enviados à Bélgica para comparação com os dados coletados em mais 16 países por um grupo de pesquisa internacional. O trabalho foi fundamentado em pesquisas sobre fatores que levam ao sucesso esportivo internacional segundo o modelo Sports Policy Factors Leading to International Sporting Success (SPLISS), desenvolvido e liderado por um consórcio de instituições e pesquisadores de três países (Bélgica, Holanda e Reino Unido) e com a participação de outros países, entre eles o Brasil. Os atletas representam diferentes níveis competitivos, desde os colocados entre os três melhores do mundo em sua categoria até aqueles de nível nacional. Nessa amostra, mais da metade é composta de atletas de nível internacional. Um dos resultados preocupantes obtidos no Brasil para o estudo é o baixo apoio financeiro recebido pelos atletas. Entre os esportistas, 87% afirmam ser necessário recorrer à sua renda pessoal para gastos com treinamento e competições, 69,5% afirmam não receber reembolso das despesas esportivas e a maioria (64,8%) também relata não haver apoio para o pós-carreira. Durante a fase de desenvolvimento esportivo, grande parte dos atletas também não conta com acompanhamento nutricional, médico e transporte em nível regional. Em relação à infraestrutura para a prática, 73% dos atletas relatam não ter acesso a centro nacional de treinamento para o esporte de alto rendimento. Em países com sucesso esportivo internacional, geralmente é identificada uma rede de instalações com acessibilidade e qualidade essenciais para o treino e preparação. Os atletas também consideram a qualidade, disponibilidade e acessibilidade das infraestruturas de treinamento entre muito baixa e razoável. 

Impactos econômicos



O cenário de referência de um estudo aponta que a Copa do Mundo de 2014 vai produzir um efeito cascata surpreendente nos investimentos realizados no País. A economia deslanchará como uma bola de neve, sendo capaz de quintuplicar o total de aportes aplicados diretamente na concretização do evento e impactar diversos setores. Além dos gastos de R$ 22,46 bilhões no Brasil relacionados à Copa para garantir a infraestrutura, e a organização, a competição deverá injetar R$ 112,79 bilhões na economia brasileira, com a produção em cadeia de efeitos indiretos e induzidos. No total, o País movimentará R$ 142,39 bilhões adicionais no período 2010-2014, gerando 3,63 milhões de empregos-ano e R$ 63,48 bilhões de renda para a população, o que vai impactar, inevitavelmente, o mercado de consumo interno. 
Essa produção também deverá ocasionar uma arrecadação tributária adicional de R$ 18, bilhões aos cofres de municípios, estados e federação. O impacto direto da Copa do Mundo no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro é estimado em R$ 64,5 bilhões para o período 2010-2014 – valor que corresponde a 2,17% do valor estimado do PIB para 2010, de R$ 2,9 trilhões. Como a Copa do Mundo é um evento pontual, uma parte de seus impactos sistemáticos não será permanente. De fato, uma vez concluídos os investimentos e realizada a Copa, a continuidade dos impactos positivos dependerá da capacidade dos stakeholders (agentes envolvidos) em aproveitar as oportunidades e os legados do evento. Por esse motivo, a avaliação realizada na primeira parte deste estudo é limitada ao período 2010-2014. Assim, a geração de emprego estimada aqui se refere, em princípio, apenas a ocupações temporárias. Os 3,63 milhões de empregos-ano estimados correspondem, em termos salariais, a 3,63 milhões de ocupações com duração de um ano. A distribuição exata desses empregos-ano ao longo do período 2010-2014 dependerá do cronograma preciso de realização das obras e ações. Os setores mais beneficiados pela Copa do Mundo serão os de construção civil, alimentos e bebidas, serviços prestados às empresas, serviços de utilidade pública (eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana) e serviços de informação. Em conjunto, todas essas áreas deverão ter sua produção aumentada em R$ 50,18 bilhões. No topo da lista dos beneficiados, a construção civil gerará R$ 8,14 bilhões a mais no período 2010-2014. A produção total do setor em 2010 é estimada em R$ 144,6 bilhões. Outros exemplos de segmentos da economia que obterão vantagens com a Copa são os de serviços prestados às empresas e serviços imobiliários e de aluguel. O primeiro produzirá R$ 6,5 bilhões adicionais no período e o segundo, R$ 4,4 bilhões. Do total de R$ 29,6 bilhões que correspondem aos gastos estimados relacionados à Copa (incluindo despesas de visitantes), R$ 12,5 bilhões terão como origem o setor público (42%) e R$ 17,16 bilhões serão provenientes do setor privado (58%).
 A seguir alguns gráficos e tabelas sobre os números da Copa.
 








quinta-feira, 13 de setembro de 2012

História das Copas


Uruguai 1930
 O sonho do presidente da FIFA, Jules Rimet, tornou-se realidade com a escolha do Uruguai para sediar a primeira Copa do Mundo da FIFA no ano em que o país sul-americano comemorava o centenário da sua independência.

Itália 1934

 A Itália encantou os seus fervorosos torcedores ao vencer de virada a Tchecoslováquia e conquistar a primeira Copa do Mundo da FIFA em solo europeu. O Uruguai foi o primeiro e único país a não defender o seu título da competição.

França 1938

 O treinador italiano fez história ao conquistar o segundo título mundial consecutivo com uma seleção quase totalmente modificada, tendo superado o Brasil na semifinal em um torneio, em 1938, marcado por tensões políticas, ausência de importantes países e a fama de um Diamante Negro.


Brasil 1950

 Para fazer bonito como a sede da Copa do Mundo da FIFA 1950, o Brasil construiu o maior estádio do mundo. Mas foi justamente neste imponente palco que morreu o sonho de ser a maior seleção do mundo e o Uruguai voltou a triunfar.


Suíça 1954


 A Alemanha Ocidental surpreendeu o planeta ao conquistar a Copa do Mundo da FIFA 1954. Na final, saiu perdendo por dois gols, mas derrotou a Hungria, que não perdia há 31 partidas. 


Suécia 1958

 História de amor entre o Brasil e a Copa do Mundo da FIFA começou a ficar séria quando o país conquistou o primeiro título mundial. Com apenas 17 anos, Pelé encantou o mundo com o seu talento extraordinário na Suécia.



Chile 1962

 A Seleção defende o título mundial depois de Chile 1962 assistir ao talento sublime do astro Garrincha após a contusão de Pelé. O craque fez de tudo para que a ausência do companheiro não fosse sentida.



Inglaterra 1966

 Na Copa do Mundo da FIFA realizada na Inglaterra, os inventores do futebol triunfam depois de algumas surpresas proporcionadas por Portugal e Coreia do Norte.


México 1970

 Na primeira Copa do Mundo da FIFA transmitida em cores para o mundo ninguém pôde superar o brilho da camisa canarinho. Com Pelé rejuvenescido e Jairzinho marcando gols em todas as partidas, os brasileiros não encontraram adversários à altura.


Alemanha 1974

 A Alemanha Ocidental ficou com o título em casa. Assim como em 1954, a vitória foi conquistada sobre uma seleção considerada a melhor do mundo, a Holanda de Johan Cruyff.


Argentina 1978

 A Argentina conquistou o seu primeiro título mundial em casa e a Holanda saiu de campo derrotada na final pela segunda vez consecutiva. Mario Kempes garantiu a vitória da seleção comandada pelo técnico Cesar Luis Menotti ao marcar dois gols contra os holandeses no efervescente Estádio Monumental de Nuñez, sagrando-se artilheiro da competição. O Brasil, eliminado após a vitória da Argentina sobre o Peru por 6 a 0, conquistou o terceiro lugar ao superar a ousada seleção da Itália.



Espanha 1982

 Paolo Rossi foi o grande destaque da Copa do Mundo da FIFA Espanha 1982 com seis gols que levaram a Itália ao tricampeonato mundial. Na decisão, os italianos venceram por 3 a 1 a Alemanha Ocidental, que vinha de uma semifinal dramática decidida nos pênaltis contra a França. Mas antes a Squadra Azzurra precisou de três gols de Paolo Rossi para derrotar o futebol-arte brasileiro no melhor jogo da competição.


México 1986

 A Copa do Mundo da FIFA voltou ao México para um torneio marcado pela maestria de Diego Armando Maradona. A Argentina superou a Alemanha Ocidental em uma emocionante decisão, mas o jogo mais espetacular foi o encontro com a Inglaterra pelas quartas-de-final, com dois dos gols mais famosos da história do futebol. No primeiro, Maradona contou com a "mão de Deus". Depois, driblou meio time para fazer um gol genial. Já a França de Michel Platini voltou a perder para os alemães nas semifinais e garantiu o bronze na decisão do terceiro lugar diante da surpreendente Bélgica.


Itália 1990

 A conquista da Copa do Mundo da FIFA 1990 representou um recorde pessoal para Franz Beckenbauer. O técnico da Alemanha entrou para a história ao lado de Zagallo como o segundo homem a conquistar o maior título do futebol mundial tanto como jogador quanto como treinador. A média de gols não foi das mais altas, mas os gramados italianos consagraram o artilheiro Totó Schillaci, levaram às lágrimas o inglês Paul Gascoigne e testemunharam a histórica chegada dos Leões Indomáveis de Roger Milla às quartas-de-final.


Estados Unidos 1994

 Os Estados Unidos organizaram com muito êxito a 15ª edição da Copa do Mundo da FIFA. O maior número de espectadores da história da competição assistiu ao Brasil comemorar o primeiro título mundial desde 1970. A dupla de ataque formada por Romário e Bebeto foi fundamental. Pelo lado da vice-campeã Itália, Roberto Baggio também brilhou apesar do pênalti perdido na final. A Suécia ficou em terceiro, e a maior surpresa foi a Bulgária, que também chegou às semifinais.


França 1998

 O país de Jules Rimet teve um verão inesquecível em 1998. Sob a liderança de Zidane, derrotou o Brasil na decisão e chegou pela primeira vez ao título mundial na primeira Copa do Mundo da FIFA com 32 seleções.



Coréia do Sul / Japão 2002

 Brasil conquista o pentacampeonato mundial em um torneio marcado pela redenção de Ronaldo, que se recuperou do fracasso da final de 1998 e marcou oito gols, dois deles na decisão contra a Alemanha. A edição de 2002 foi a primeira Copa do Mundo da FIFA na Ásia.



Alemanha 2006

 Os italianos devem o título da Copa do Mundo da FIFA Alemanha 2006 sobretudo ao fato de terem sido uma equipe unida.



África do Sul 2010


A África do Sul 2010 foi uma grande première, com a primeira vitória espanhola ao final do primeiro Mundial realizado no continente africano. Além disso, o torneio também ficou marcado por outros acontecimentos inéditos na história da Copa do Mundo da FIFA. Pontos, gols, pênaltis, classificações, jogadores e selecionados tiveram todos a sua primeira vez.















Química nos alimentos




Agrotóxicos




Os agrotóxicos são utilizados para eliminar insetos, roedores, entre outros animais que prejudicam a plantação. Mas o uso desses produtos podem causar sérios problemas à saúde de quem consome algum alimento com resíduos desses agrotóxicos. O problema não está obrigatoriamente ligado ao composto em si, e sim à dose recebida, e à frequência de consumo (diária é pior). Na Copa de 2014 isso seria um risco muito grande aos atletas para sua saúde se seu condicionamento físico seria afetado. Além disso, esses produtos podem causar câncer.
A interação entre a agricultura e a Copa do Mundo de 2014, possui uma grande chance de para dar certo. A FIFA recomendou à organização do mundial uma série de iniciativas ambientais. Entre elas, uma maior produção orgânica. Em todo o país, existem 15 mil produtores de orgânicos. Para impulsionar a atividade, o Ministério da Agricultura prepara um plano de incentivo. Entre elas estão assistência técnica especializada, uso de tecnologia, melhorias na distribuição e facilidades de crédito. Mas a principal deve ser o pagamento por serviços ambientais.
Entretanto, esse não é o único problema.
   


Alimentos Industrializados





Os produtos industrializados ocupam uma parcela cada vez maior do mercado de alimentos. Eles são bastante práticos, pois já vêm prontos ou semi-prontos. Entretanto, para conseguir a praticidade e durabilidade dos produtos, os fabricantes se utilizam de milhares de aditivos químicos que, na grande maioria das vezes, não fazem bem à saúde de quem os consome com freqüência. O uso desses produtos químicos deve ser discriminado nas embalagens dos alimentos.
Conheça os aditivos químicos mais usados e saiba suas consequências para a saúde antes de optar por um alimento industrializado.



Corantes

A função dos corantes é "colorir" os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradável. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência tem um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor. É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja.

Os corantes são encontrados na grande maioria dos produtos industrializados, como as massas, bolos, margarinas, sorvetes, bebidas, gelatinas, biscoitos, entre outros.

Aromatizantes

Os aromatizantes têm por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma. Assim como os corantes, os aromatizantes também fazem com que os alimentos industrializados se pareçam mais com os produtos naturais, pois como já foi dito, isso é essencial na aceitação do produto pelo consumidor.

Muitos alimentos não possuem em sua composição as frutas que as embalagens anunciam, mas apenas aromatizantes que lhes imitam o sabor e aroma. São encontrados em sopas, carnes enlatadas, biscoitos, bolos, sorvetes, entre outros.

Conservantes

Ao contrário dos corantes e aromatizantes, os chamados conservantes não possuem função de fazer com que os produtos industrializados pareçam ser o que na realidade não são, ou seja, naturais. Sua meta é evitar a ação dos microorganismos que agem na deterioração dos alimentos, fazendo com que durem mais tempo sem estragar.

É possível reconhecer o uso de conservantes na composição dos produtos a partir da leitura dos rótulos das embalagens. Eles são caracterizados pelos códigos P1 a P10. São encontrados em refrigerantes, concentrados de frutas, chocolates, sucos, queijos fundidos, margarinas, conservas vegetais, carnes, pães, farinhas e em milhares de outros alimentos industrializados.

Antioxidantes

Assim como os conservantes, os antioxidantes procuram manter os alimentos em boas condições de consumo por mais tempo. Eles têm sua principal aplicação em óleos e gorduras, impedindo ou retardando sua deterioração, evitando a formação de "ranço" por algum processo de oxidação.

Podem ser encontrados em sorvetes, leite em pó instantâneo, leite de coco, produtos de cacau, conservas de carne, cerveja, margarina, óleos e gorduras em geral, farinhas, polpa e suco de frutas, refrescos e refrigerantes.

Estabilizantes

São utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as proteínas dos alimentos. É possível identificá-los nos rótulos das embalagens pelos códigos ET1 até ET29.

Acidulantes

São utilizados principalmente nas bebidas com função parecida com a dos aromatizantes.
Os acidulantes podem modificar a doçura do açúcar, além de conseguir imitar o sabor de certas frutas e dar um sabor ácido ou agridoce nas bebidas.

Também aparecem codificados nas embalagens, sendo reconhecidos pela letra H. São encontrados nos sucos de frutas e refrigerantes, entre outros.


Aditivos Alimentares



Os aditivos alimentares são largamente utilizados pela indústria alimentícia. Aqui vale a máxima "é a dose que faz o veneno". Na prática isso significa controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a dieta. Assim, o consumidor elimina o risco de estar acumulando altos níveis de uma determinada substância química no organismo. A dosagem de cada um dos aditivos considerada segura é determinada pela FAC e pela OMS - respectivamente Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e Organização Mundial de Saúde.