O valor inicial
previsto para a reforma ou construção dos 12 estádios que serão usados para a
Copa do Mundo de 2014, de R$ 5,3 bilhões, subiu 47%, desde janeiro de 2010. As mudanças
de estádios e o aumento dos preços finais contratados fizeram com que o valor
subisse para 7,8 bilhões.
Segundo o Tribunal
de Contas a União(TCU), em cinco meses, entre setembro de 2011 e fevereiro de
2012, o custo do conjunto de obras para a Copa – não só de arenas esportivas –
subiu de R$ 23,3 bilhões para R$ 25 bilhões. Calcula-se que chegue a R$ 33 bilhões,
com 2/3 bancados pelo Estado.
No Rio de Janeiro, o
orçamento total está R$ 683 milhões mais caro que o verificado no levantamento
anterior do TCU. Agora, alcança R$ 3,89 bilhões em obras no Maracanã,
aeroportos, portos e mobilidade urbana. Os custos estimados para o governo do
estado e para a prefeitura do Rio praticamente dobraram, na comparação com
setembro de 2011.
O governo estadual
deve bancar R$ 483,5 milhões, contra uma previsão anterior de R$ 200 milhões.
Já o custo para a Prefeitura da capital subiu de R$ 420 milhões para R$ 704
milhões.
A princípio, os
maiores investidores na Copa do Mundo do Brasil seriam, na ordem, Caixa
Econômica Federal (28,43%, ou R$ 6,65 bilhões), a Infraero (22%, ou R$ 5,15
bilhões) e BNDES (20,8%, ou R$ 4,8 bilhões).
Investimentos por tema
Confira abaixo
informações agrupadas por temas, com os valores dos financiamentos que o
Governo Federal colocou à disposição das cidades para a realização de projetos
e ações de melhorias, bem como os recursos a serem investidos diretamente tanto
pelo Governo Estadual, quanto pelos governos Municipal e Distrital.
Execução das obras
Confira abaixo informações agrupadas por temas, com
os valores das execuções financeiras das obras e ações.



Nenhum comentário:
Postar um comentário